Estilo, atitude e adrenalina: o mundo do skate boarder




Uma prancha, 4 rodas e apenas um objetivo: radicalizar. É assim que pensa a galera do skate. O esporte que, geralmente é praticado nos centros urbanos, une manobras ousadas e muita atitude dos atletas. O skate não é um esporte comum e os praticantes são bem diferentes. Diferentes? Sim. Eles gostam mesmo é de adrenalina e sob a prancha liberam todos os sentimentos presos dentro deles.


Os skatistas usam roupas estilosas, pisantes legais, chamados por nós de tênis, falam gírias que são pouco conhecidas pela maioria das pessoas. Eles têm uma linguagem definida. Por isso, o skate é um esporte alternativo. Não pertence à massa.


Saltar e deslizar por obstáculos parece ser difícil. Não parece, é. O esporte exige muita determinação e paciência, pois para acertar algumas manobras, às vezes, o skatista precisa de muitas tentativas. Muitos desistiriam, de cara, no primeiro erro, mas um skatista de verdade insiste, insiste mais uma vez e acerta. Pensamento que faz desses atletas guerreiros urbanos.


O skate surgiu em meados de 1970, na Califórnia, Estados Unidos. Um grupo de surfistas estava com dificuldades para encontrar boas ondas e para não perderem as habilidades desenvolveram uma prancha menor. Junto à prancha foram acopladas 4 rodas. Com o skate em mãos, os ex-surfistas e, agora, skatistas, desciam as ladeiras da Califórnia e andavam dentro das piscinas das casas, realizando manobras semelhantes às do surf. Pois bem, como dizem por aí: "nada se perde, tudo se transforma".


Hoje, o skate é um modo de vida, uma maneira de se expressar. Os atletas são cheios de atitudes, pensamentos diferentes e vontade de radicalizar. Sendo assim, é um esporte alternativo que agrega valor, pois tem linguagem própria e não segue nenhum tipo de patrão conhecido. Quem faz o skate é o skatista.

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Slackline: a arte do equilíbrio dinâmico


Andar de bicicleta, skate ou patins já é uma tarefa bem difícil. Tudo depende de muita força de vontade para conseguir se equilibrar. Pois é, mas uma galera por aí resolveu ir mais além e gastar a energia deles de uma outra forma. A rapaziada do slackline, a arte do equilíbrio dinâmico, gosta mesmo é de altura. Eles se equilibram em cima de uma corda. O objetivo desse esporte é deixar o praticante em um campo instável e fazer com que ele consiga se manter equilibrado o máximo de tempo possível. Os atletas, conhecidos como slackliners, esticam uma corda de um ponto A ao B e sempre escolhem os lugares mais bonitos para isso.


Há dois mil anos atrás e, até hoje, existe uma atividade circense chamada de corda bamba. Lembrou? Mas diferentemente da corda bamba, o slackline não é praticado em recintos fechados. Os slackliners sempre escolhem lugares paradisíacos para abusar do equilíbrio em cima da corda. É uma maneira moderna de praticar esporte e mostra o valor que algumas pessoas ainda dão aos cenários naturais espalhados pelo mundo.


A flexibilidade da corda moderna deixa o slack mais ousado do que a corda bamba, pois o atleta consegue fazer movimentos que, na corda comum, não podem ser realizados. Saltos e giros são alguns dos movimentos desenvolvidos em cima da corda, ou melhor, da fita de nylon usada no slackline para o praticante radicalizar e desafiar a lei da gravidade. Mas não pense que é fácil. É necessário ter um bom condicionamento físico e, o principal, não ter medo de arriscar, pois quanto maior o desafio, maior é a satisfação.


O slackline pode ser divido em quatro categorias: o highline, onde o atleta fica em uma altura de no máximo 5 metros, o longline, slackline de longa distância e praticado com aproximadamente 15 metros de altura, o trickline, onde o slakliner executa saltos e giros, e o islandliner, onde o praticante fica acima de uma faixa de água. Esse esporte é cada vez mais praticado no mundo inteiro, inclusive no Brasil. Bom, uma coisa é certa, para praticá-lo o atleta precisa ter muita disposição.

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